sexta-feira, 27 de março de 2009

Mudança de horario



HORA DE VERÃO PARA 2009
Portugal continental
Em conformidade com a legislação, a hora legal em Portugal continental: será adiantada de 60 minutos à 1 hora de tempo legal (1 hora UTC) do dia 29 de Março.

sexta-feira, 20 de março de 2009

INFORMA ´09 Feira de Formação, Emprego e Empreendedorismo


As ofertas de emprego e de formação, os programas de apoio à criação de emprego e promover a aproximação entre entidades formadoras, empresas e outras entidades empregadoras são os objectivos da INFORMA ’09 que decorre nos próximos dias 20 e 21 de Março no pavilhão do NERA em Loulé.
O certame resulta de uma parceria estabelecida entre o NERA - Associação Empresarial da Região do Algarve, a Câmara Municipal de Loulé, o IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, através do Centro de Emprego de Loulé e a Direcção Regional de Educação do Algarve.
A INFORMA ’09 – Formação, Emprego e Empreendedorismo vai apresentar cerca de 50 expositores. Para o NERA a iniciativa justifica-se “num contexto de crise económica, em que é preciso um esforço redobrado por parte de todos para fazer face às dificuldades.
É preciso ganhar qualificações para o desempenho e desenvolver atitudes empreendedoras para enfrentar os desafios que se nos colocam”.
A IN FORMA ’09 conta também com um programa de workshops e conferências, entre as quais se destaca a conferência “Empreendedorismo, um desafio à imaginação”, com testemunhos de jovens empreendedores sobre as suas experiências profissionais, no dia 20, e o workshop “Procura de emprego”, no dia 21, que irá incidir sobre as técnicas de procura de emprego e o contributo da linguagem pessoal no sucesso pessoal. Ao nível dos incentivos ao investimento e ao emprego, a IN FORMA ’09 dedica o dia 21 aos apoios à contratação, ao emprego e ao empreendedorismo, de que são exemplo o microcrédito e o programa QREN.
A INFORMA ’09 estará aberta ao público a partir das 9:30 no dia 20:00 horas e a partir das 14:00 no dia 21, encerrando às 23:00 horas e inclui ainda um programa de animação musical.

terça-feira, 17 de março de 2009

Convite


Quem e como convidar?

Como responder a um convite para um evento social ou oficial?Um convite não deve ser feito de maneira equívoca, indefinida ou imprecisa. Convida-se quando se quer celebrar uma data, retribuir outro convite, homenagear alguém, realizar um encontro informal, um casamento, etc.
Distingue-se uma pessoa quando a convidamos para um evento, demonstrando-lhe assim que a sua presença dá prazer e deixa honrado a quem convida.
Já, oficialmente, convida-se não para dar prazer. Assim, não é adequado constar no convite a expressão “tem o prazer de convidar”, mas “tem a honra de convidar” ou “convida”, conforme o grau de importância dos destinatários. A redacção dos vários tipos específicos de convites obedece a regras muito precisas, na etiqueta bem como em Protocolo.
Os convites podem ser feitos de diversas formas, de acordo com o grau de intimidade e familiaridade.
Pelo telefone, quando se trate de alguém muito íntimo, ou quando há um contacto prévio ao seu envio.
Pessoalmente, quando se dá um encontro fortuito permitindo a entrega do convite.Pelo correio, quando se envia o convite e p.m.Em mão, nas situações mais formais e para individualidades oficiais.

Tipos de convites

Formais – oficiais, corporativos
Informais – corporativos, pessoais
São oficiais, quando o anfitrião é uma autoridade
São corporativos, quando o anfitrião é uma entidade privada
São pessoais, quando o anfitrião é um particular

Convites formais
São escritos na terceira pessoa, impressos com tinta preta numa folha de cartolina fina ou numa folha de cartolina dobrada branca, ou tom cru, e as letras com formato clássico. Devem ser entregues em dois envelopes, não sendo fechado o interior.
Indica-se na primeira linha a designação do cargo do anfitrião ou da entidade que convida. Deve ser igualmente indicado o acto para o qual se convida, o local, a data a hora e o traje.

Convites informais
Usam-se geralmente para eventos de menos cerimónia como uma comemoração natalícia, um jantar informal ou um evento empresarial de apresentação de produtos ou serviços ao mercado. Podem ser feitos em papel de carta normal, e, só neste tipo de convite se escreve a palavra convite.
São feitos usualmente com grande simplicidade, podem ser escritos na terceira pessoa, tal como os formais, mas não se indicando os cargos e títulos precedendo os nomes.

Convites pessoais
Este convite não obedece a uma forma rígida podendo ser feito pessoalmente, por telefone ou por escrito.

Responder a um convite
Quando se é convidado para um evento pelo simples envio de um convite, sem qualquer consulta prévia, este deverá ser respondido no prazo de 48 horas, seja para o aceitar ou declinar.
Se o convite tiver as iniciais R.S.F.F. (responder se faz favor) ou R.S.V.P. (repondre s’íl vous plait), deve-se obrigatoriamente responder por escrito, o mais elegante ou por resposta telefónica.
Para aceitar O convidado aceita o convite; para o evento “x”; realizado por tal razão; menciona-se a data, não sendo necessário mencionar o local ou a morada.

Para recusar
O convidado substitui a palavra aceita, pela expressão também na terceira pessoa “lamenta não poder aceitar o convite com que foi honrado” ou “lamenta não poder aceitar, em razão de compromisso assumido anteriormente”.
A um convite formal que não seja oficial pode ser dada uma resposta informal, mostrando atenção e agradecimento através de um telegrama, uma carta, onde se expressa o pesar de não poder comparecer e se apresentam os cumprimentos e os votos que forem oportunos.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Cartão de visita


O cartão de visita é uma tradição muito antiga.
Quando se visitava alguém, usava-se este cartão para agradecer ou retribuir uma visita. Deixava-se em mão o cartão.
Naquele tempo, por não haver esferográficas, os cartões eram preenchidos na altura e a lápis.
Os cartões são sempre pessoais, permitem dizer o essencial em poucas palavras. Podem ser enviados ou entregues como agradecimento de um jantar, recepção, cocktail; numa retribuição de uma visita; felicitações de um acontecimento festivo ou a apresentação de condolências. Serve também para troca de endereços, marcar um encontro ou desejar boas festas.
O cartão de visita deve ser simples e sóbrio, de cartolina branca, ou bege clara e com um tipo de letra clássico.


Cartão de visita pessoal
O cartão do casal deve incluir ambos os nomes completos, sendo ao da senhora o primeiro. O casal pode optar por um cartão individual. Nos cartões de visita não são mencionadas moradas, telefone, cargo profissional ou título académico.

Cartão profissional
Neste cartão figura, além do nome, o cargo que se ocupa na empresa, logo abaixo do nome, morada, telefone e telemóvel, endereço electrónico e o logótipo da empresa, geralmente com maior destaque.

Os cartões de boas festas
Embora estes cartões já tenham as fórmulas de desejos de um feliz natal e próspero ano novo, deverá ser sempre ser acrescentada uma mensagem pessoal.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Telemovel

Ao contrário do telefone de rede fixa, pode-se telefonar para um telemóvel fora de horas, porque este poderá ser desligado se o seu proprietário não pretender ser incomodado.
Os telemóveis jamais se levam para cerimónias religiosas, espectáculos, funerais, etc. As mensagens que são deixadas no serviço de atendimento somente deverão ser ouvidas quando se está sozinho. Se for uma mensagem ou chamada muito importantes, então deve-se pedir licença a quem estiver ao lado.
A moda e a utilidade dos telemóveis já fazem parte dos hábitos de qualquer sociedade. Mas numa refeição, em casa ou num restaurante não se coloca o telemóvel em cima da mesa nem mesmo se estiver desligado.

sábado, 7 de março de 2009

Tratamento e formas de cortesia

Quando se faz um convite, envia uma carta, uma petição, um cumprimento, e na conversação num evento social onde encontra autoridades, deve-se empregar expressões respeitosas. Estas não serão necessárias para “manifestar respeito pelo cargo público que alguém ocupa”, uma vez que esses cargos, em democracia, são conferidos pelo povo e nenhum deles representa autoridade sobre pessoas; representam apenas a responsabilidade pelo cumprimento da Lei que o seu cargo representa.
Em boas maneiras, aquelas são palavras que exprimem o distanciamento e a subordinação em que uma pessoa voluntariamente se põe em relação a outra, a fim de agradá-la e esperar um bom relacionamento. Porém, o seu emprego indiscriminado poderá ter um efeito contrário ao pretendido, afectando negativamente a dignidade de quem os emprega.
Civis e Militares
Presidente da Assembleia da República
No cabeçalho
Senhor Presidente da Assembleia da República,
Excelência
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Excelência
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Excelência
Final da carta
Apresento a vossa Excelência, Senhor Presidente, a expressão da minha mais alta consideração
No sobrescrito
A Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República
(seguido do título, grau académico ou posto militar e do nome)

Primeiro-Ministro
No cabeçalho
Senhor Primeiro-ministro,
Excelência
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Excelência
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Excelência
Final da carta
Apresento a vossa Excelência, Senhor Primeiro-Ministro, a expressão da minha mais alta consideração
No sobrescrito
A Sua Excelência o Primeiro-Ministro
(seguido do título, grau académico ou posto militar e do nome)

Um Ministro

No cabeçalho
Senhor Ministro de (indicação da pasta),
Excelência
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Excelência
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Excelência
Final da carta
Apresento a vossa Excelência, Senhor Ministro, a expressão da minha mais alta consideração
No sobrescrito
A S. E. o Ministro de (indicação da pasta)(seguido do título, grau académico ou posto militar e do nome)

Um Embaixador
No cabeçalho
Senhor Embaixador,
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Excelência
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Excelência
Final da carta
Aproveito a oportunidade para apresentar a Vossa Excelência, Senhor Embaixador, os protestos da minha muita consideração
No sobrescrito
A S. E. o Embaixador de (indicação do país)
Senhor (seguido do nome)

Um Soberano
No cabeçalho
Meu Senhor
Minha Senhora,
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Majestade
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Majestade
Final da carta(de um súbdito)
Tenho a honra de ser um humilde e obediente súbdito e servo de Vossa Majestade (caso inglês)

(de um habitante de um país republicano)
Peço, a vossa Majestade, que se digne aceitar os meus mais respeitosos cumprimentos
No sobrescrito
A Sua Majestade
O Rei ou a Rainha
Outros Membros de Casas Reais
No cabeçalho
Meu Senhor
Minha Senhora,
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Alteza (Imperial, Real ou Sereníssima)
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Alteza (Imperial, Real ou Sereníssima)
Final da carta
(de um súbdito)

(de um habitante de um país republicano)Peço, a vossa Alteza, que se digne aceitar os meus mais respeitosos cumprimentos
No sobrescritoA Sua Alteza (Imperial, Real ou Sereníssima)
O Príncipe ou a Princesa de …

Os outros cargos governamentais, tratam-se por “Senhor “ ou “Senhora” seguido do cargo que ocupa. Se houver dúvidas quanto às suas funções deverá ser tratado simplesmente por “Senhor”.
Os diplomatas são todas as pessoas que ocupam elevados cargos numa embaixada. Apenas o embaixador tem direito ao seu título na conversação, os outros não se dizem.
Os títulos nobiliárquicos não se referem normalmente ao falar-se com as pessoas, só acontecendo isso quando se é apresentado por uma terceira pessoa que dirá “o Senhor X, duque de …”
Deve-se dirigir a um militar dizendo “Senhor General”, “Senhor Coronel”, “Senhor Comandante”, etc.Nunca se deve preceder um posto por “Meu” – “Meu Comandante”, mas “Senhor Comandante”, no caso de não se ter a certeza absoluta da sua patente dever-se-á dizer simplesmente “Senhor”.
Os alunos das universidades tanto públicas quanto privadas, quando dirigem seus requerimentos ao Reitor, não estão obrigados a tratá-lo por "Vossa Magnificência" nem a endereçar sua petição "Ao Magnífico Reitor" uma vez que não pertencem à Instituição, apenas a frequentam. O tratamento que devem dar ao Reitor é apenas "Senhor Reitor".O emprego de "Doutor". A palavra "Doutor" tem dois únicos significados e, consequentemente, deveria ser empregada somente nos casos a eles pertinentes: "médico", por tradição, ou um determinado grau de estudo universitário obtido em uma especialização além do bacharelado.

Religiosos

Papa
No cabeçalhoSantidade,
Beatitude
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Santidade / Beatitude
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Santidade / Beatitude
Final da carta

No sobrescrito
Sua Santidade o PapaBento XVI
Cidade do Vaticano

Cardeal
No cabeçalho
Excelentíssimo e Eminentíssimo Senhor Cardeal,ou Excelência Eminentíssima,
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Eminência
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Eminência

Final da carta

No sobrescrito
Ao Excelentíssimo e Eminentíssimo Dom José da Cruz Policarpo
Cardeal Patriarca de Lisboa ou
A Sua EminênciaO Cardeal Patriarca de Lisboa
Dom José da Cruz Policarpo

Arcebispo, Bispo

No cabeçalho
Exmo. e Revmo. Senhor Excelência Reverendíssima
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Excelência Reverendíssima
Final da carta…
No sobrescritoAo Exmo. e Revmo. (não se inclui título, nome)
Arcebispo de (lugar)
A Sua Excelência Reverendíssima Dom (nome)
Arcebispo de (lugar)

Padre
No cabeçalho
Reverendíssimo Padre
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Vossa Reverência
Tratamento indirecto (quando nos referimos a…)
Sua Reverência

Final da carta…
No sobrescrito
Ao Reverendíssimo Senhor Padre (nome)
Ao Revmo. Senhor Padre (título e nome)
Diácono
No cabeçalho
Reverendo
Tratamento directo (quando nos dirigimos a…)
Reverendo
Final da carta…
No sobrescritoAo Reverendo Diácono (nome)
Ao Rev. Diácono (título e nome)

Ordens regulares

Frade
No cabeçalho
Reverendo Frei
TratamentoReverendoouIrmão
Final da carta…

No sobrescrito
Reverendíssimo PadreFrei (nome)
Freira
No cabeçalho
Reverenda Irmã Superiora ou Reverenda Irmã
Tratamento Reverenda ou Irmã
Final da carta…
No sobrescrito
Reverenda Irmã Superiora Ou Reverenda Irmã (nome)

Correspondencia


A preocupação com a correcta linguagem e como se procede à sua comunicação é a maneira de mostrar respeito pelos outros. Utilizamos a escrita na vida familiar, em sociedade, na profissão, estabelecendo assim ligações indeléveis à distância.
Como nos cartões de visita, o estilo escolhido para a impressão do nome e da morada deve ser simples e elegante. Devem figurar igualmente no papel da carta, no sobrescrito e no cartão. A cor, textura e qualidade de papel e cartolina deverão ser sempre similares.

O Papel de carta
Deverá ser branco preferencialmente, ou noutras cores pastéis, num formato grande sem linhas nem quadriculado. As fantasias e outras cores deverão ser somente usadas para a correspondência familiar ou com amigos íntimos. O nome pode ser imprimido, e se se desejar incluir, a morada e número de telefone no canto superior esquerdo da folha.

A Tinta
Se se pretender ser mais requintado, o uso da caneta de tinta permanente é o recomendado, ou então uma caneta de feltro de boa qualidade que se pareça com aquelas, sendo a esferográfica reservada apenas para as cartas dirigidas aos familiares e amigos.
As cores da tinta deverão ser sempre o azul, o preto e a sépia, podendo ser usadas de acordo com a cor do papel, no caso da correspondência íntima e familiar. As cartas comerciais e oficiais devem ser sempre escritas a azul ou a preto, e sempre em papel branco ou creme claro e liso. Nunca se usa tinta de cor vermelha.

O Estilo
Sem se pretender ser um escritor de craveira, o estilo da carta deve ser simples, claro, explícito e natural. Sempre com grande atenção à gramática e à ortografia, sem nunca apresentar quaisquer rasuras.

A carta
Escreve-se o lugar e a data (o nome do mês nunca o número) em cima à esquerda da folha;
A fórmula que introduz a mensagem;
O assunto da correspondência, que se divide em:
. Introdução;
. Apresentação do assunto;
. A sua conclusão.
A fórmula que termina a mensagem.
A assinatura manuscrita.

Fórmulas de cortesia
A fórmula que introduz a mensagem é variável com o tipo de relação que se mantém com o destinatário.
A um superior, a alguém com uma relação circunstancial ou a um desconhecido:
Ex.mo Senhor Presidente
Ex.mo Senhor Director
Ex.mo Senhor Professor
Ex.mo Senhor
Ex.ma Senhora D. X…
Senhor X…
Caro Senhor X…

A um amigo ou familiar:
. Caro, seguido ou não do nome próprio ou apelido
. Meu caro, seguido ou não do nome próprio ou apelido
. Caríssimo, seguido ou não do nome próprio ou apelido
. (Meu) querido amigo (colega, companheiro)
A fórmula que termina a mensagem, de amizade, simpatia ou cortesia formal.

A um superior, a alguém com uma relação circunstancial ou a um desconhecido:
. Respeitosos cumprimentos de, seguido de assinatura
. Respeitosamente, seguido de assinatura
. Os (meus) melhores cumprimentos, seguido de assinatura
. Com os melhores cumprimentos, seguido de assinatura
. Com as melhores saudações, seguido de assinatura
. Atenciosamente (muito comum na correspondência comercial)
. De V. Exa. Atentamente (muito comum na correspondência comercial)
. Subscrevemo-nos atenciosamente (muito comum na correspondência comercial)

A um amigo ou familiar:
. Teu/seu amigo dedicado
. Com a dedicação do amigo
. Um abraço do amigo
. Um abraço amigo
. Teu

O sobrescrito

Depois de escrita a carta, esta deve ser dobrada com as dimensões do sobrescrito que a transportará.
Este deve ser preenchido de acordo com as normas correntes:
o selo deve ser colocado no canto superior direito;
a morada é escrita a partir do centro para a direita, deixando cerca de 1 cm da margem;
o remetente deve ser escrito no canto superior esquerdo, salvo se o sobrescrito tiver o nome, morada, bem como o logótipo da empresa impresso, no caso de correspondência profissional.

O fax
O fax não substitui totalmente as cartas, servindo para envio de cópia de correspondência formal ou oficial, que se indicará na folha de rosto. Igualmente não se dão os parabéns ou se agradece por fax, nem se mandam convites.As suas mensagens devem ser sempre redigidas com clareza e serem muito breves, e, nunca se deverão confidenciais ou íntimas.

O correio electrónico
Por ser o meio de comunicação mais usado e mais rápido que a nova tecnologia digital permite, tem geralmente um tom menos formal que uma carta; mas este obedece também às regras daquela:
Indicação do assunto a que se refere a mensagem;
A fórmula que introduz a mensagem;
A mensagem, que se divide em:
Introdução;
Apresentação do assunto;
A sua conclusão.
A fórmula que termina a mensagem.
A assinatura digital

terça-feira, 3 de março de 2009

TELEFONE INSTRUMENTO DE IMAGEM

A comunicação telefónica é, muitas vezes, o primeiro contacto que se tem com uma empresa. A primeira impressão é duradoura e por isso se deve dar muita atenção ao modo como se atende o telefone.
Diz-se que a voz ao telefone deve ser tão atraente que apenas por ouvi-la desejemos conhecer quem fala. A voz, a entoação, a forma de atender o telefone revelam-nos mais do que parece sobre a pessoa que está por detrás do aparelho: a sua educação, o seu trato, a sua afabilidade, a sua eficiência...
Convém não esquecer que a voz não transmite apenas factos, mas também atitudes como cortesia, interesse e encorajamento, desinteresse, agres­sividade e insegurança.


Se queremos fazer fracassar uma empresa e afugentar possíveis clientes ou sócios e amigos, nada mais fácil que procurar uma telefonista ineficiente ou mal-educada!

Ø À telefonista não custa nada atender a chamada com um «Bons dias, Pereira & Companhia», em lugar de um «Está» mal humorado.
Ø Há muitas empresas que têm dois ou três números de telefone, mas uma só telefonista. Com demasiada frequência a telefonista diz-nos «um momento» e passa a atender outra chamada. Acontece esquecer-se de nós durante imenso tempo, sem ter a atenção de repetir amavelmente, de vez em quando, «um momento, por favor».
Ø E que dizer das telefo­nistas que dizem «vou ligar» e nos deixam eternamente à espera que a extensão atenda, sem se preocuparem em averiguar se estamos realmente em comunicação?
Ø Acontece, também, por vezes, a telefonista perguntar quem fala e depois dizer que a pessoa com quem queremos falar não está ou não pode atender porque está muito ocupado. Em primeiro lugar deveria dizer que a pessoa não pode atender ou que não está, e depois perguntar o nome, a empresa, a mensagem e o telefone.