
De acordo com um estudo da IDC, a pedido da Microsoft e citado pelo «Diário de Notícias», independentemente da área ou segmento profissional, a grande maioria das empresas vai exigir competências neste domínio.
«As tendências tecnológicas irão determinar a necessidade de melhores competências em tecnologias de informação, as chamadas TIC, por parte da mão-de-obra», disse Jan Muehlfeit, presidente executivo da Microssoft para a Europa.
Por isso, o responsável pede aos Governos mais «ensino e formação» para preparar os trabalhadores do futuro.
Os cerca de 1370 empregadores contactados pela IDC para responder ao inquérito consideram que, daqui a cinco anos, apenas 10% da população activa não terá quaisquer competências nesta área.
O mesmo estudo adianta, ainda, que esta necessidade não é causa apenas da crise económica, mas também das mudanças tecnológicas que vão ocorrer a longo prazo.
Esta é uma competência exigida não só às pessoas que vão entrar no mercado de trabalho, como também os trabalhadores que devem, desde já, renovar as suas competências.
2 comentários:
Gostei do texto! Já alguma coisa se tem feito para as pessoas adquirirem novas competências, de forma a integrarem-se mais facilmente no mercado de trabalho ou de salvaguardarem os seus postos de emprego. No entanto, na minha opinião, a ALV continua a ser uma utopia no nosso pequeno Portugal e que poucos se preocupam em levar adiante.
Boa tarde
Antes de mais não existe um futuro ideal, ou seja nós é que idealizamos o mundo que se ajustaria ás nossas necessidades. E satisfação das nossas necessidades na Sociedade em que vivemos consiste na satisfação do “eu” do intelecto, que é como o ar que respiramos, que nos dá a vida, que por sua vez entra em combustão oxidando o nosso corpo e com o decorrer do tem por nos tirar a vida. Temos uma fraca percepção da realidade, normalmente centramo-nos apenas em áreas nas quais toda a gente repara, no entanto existem áreas por explorar. Poderia enumerar uma série de projectos inovadores mas não o vou fazer pois as ideias são oportunidades em bruto por explorar. Mas se alargarmos a nossa visão apercebemo-nos que podemos aproveitar o funcionamento disfuncional e patológico da nossa Sociedade actual, jogando com a ambição e competitividade desmedida que existe. Ou seja essa área esta de longe de ser a principal área do futuro, apenas será uma subárea com alguma permeabilidade. O que posso afirmar é que as áreas de futuro são o Turismo, Terceiro Sector, Energias Renováveis, Saúde. Quanto á aquisição de competências uma pessoa é competente por si própria e um bom profissional consegue ter o sentido de aprendizagem continua. O que acontece é que associa-se a competência aos cursos que a pessoa tirou, que por sua vez é uma ideia errada pois, o facto de alguém ser detentor de um título habilita a pessoa a exercer x funções, mas isso não implica que esta seja competente. Por outro lado a maioria dos docentes não têm conhecimentos proactivos e com aplicabilidade prática , o que acaba por confirmar “ quem não sabe ensina”. Muitas vezes não existe por parte do aluno o gosto pelo ensino mas sim livrar-se de aturar um determinado incompetente.
Assinado,
Cidadão Anónimo Descontente
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